Parto natural e a caminhada contra a Violência Obstétrica

Que a prática obstétrica no Brasil siga as diretrizes da Medicina Baseada em Evidências, onde cada procedimento é criteriosamente avaliado e apenas realizado se for de real necessidade, visando oferecer o menor risco para os envolvidos.

Que o papel de cada prestador de serviço durante o parto seja preservado, sem tensões entre obstetras e doulas, sem brigas de ego, em favor da gestante, do casal e do bebê.

Que acima de tudo haja Respeito à mulher, ao seu corpo e ao seu tempo! Que cada mulher possa respirar livremente e sentir nascer seu bebê sem medos, pressões, manobras, cortes... Deixando que seu corpo haja da melhor maneira!

Que cada obstetra dispost@ a acompanhar um parto normal desenvolva responsavelmente a paciência necessária para simplesmente deixar as coisas acontecerem, independente de sua pressa ou ansiedade em ver "resolvida" a situação. E que saiba, sinta e entenda que quem dá a luz é e sempre será a mulher!

Que cada palavra de ordem durante o parto seja calada. Que cada gesto opressor seja contido. E que todos possam confortavelmente sentar sobre suas mãos para ver nascer bebês saudáveis e mulheres capazes!

Por todas as nossas relações.


Aqui o link de um Dossiê elaborado pela Rede Parto do Princípio para a CPMI da Violência contra as Mulheres
http://www.senado.gov.br/comissoes/documentos/SSCEPI/DOC%20VCM%20367.pdf

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